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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Os Avanços tecnológicos na Comunicação e nos Meios de Transporte

  A expansão mundial da economia trouxe como resultado o fenômeno, hoje, bastante conhecido por "globalização", que significa um universo de diversidades e tem sido cada vez mais facilitada pelos avanços tecnológicos que ocorrem cada vez mais velozes em nosso século. A ciência tecnológica e a imformação são peças fundamentais da vida humana na sociedade global. A aceleração das comunicações e dos transportes diminuíram as distâncias geográficas, o capital se internacionalizou e rompeu fronteiras.
  O desenvolvimento de conhecimentos em mecânica, eletrônica, física, química, biologia e outros assuntos traz cada vez mais progressos na aviação, transportes, comunicação, saúde, agricultura e etc. Meta fundamental para os interesses econômicos.
  Essas descobertas e inovações trazem também alterações significativas em nossa vida. O avanço tecnológico e a globalização vem cada vez mais alterar nosso estilo de vida, nossos hábitos e padrões de comportamento. O uso do computador, internet, fax, telefone celular, notebook, elevador, avião a jato, metrô e tantas outras modernidades tecnológicas nos faz sentir cada vez mais "dependentes", pois acustumamos a viver com essas 'coisas" de tal modo que pensamos ser impossível a vida sem elas. Tecnologia é a marca do nosso tempo.









 
Antes da Revolução Industrial, a atividade produtiva era artesanal e manual (daí o termo manufatura), no máximo com o emprego de algumas máquinas simples. Dependendo da escala, grupos de artesãos podiam se organizar e dividir algumas etapas do processo, mas muitas vezes um mesmo artesão cuidava de todo o processo, desde a obtenção da matéria-prima até à comercialização do produto final. Esses trabalhos eram realizados em oficinas nas casas dos próprios artesãos e os profissionais da época dominavam muitas (se não todas) etapas do processo produtivo.
Com a Revolução Industrial os trabalhadores perderam o controle do processo produtivo, uma vez que passaram a trabalhar para um patrão (na qualidade de empregados ou operários), perdendo a posse da matéria-prima, do produto final e do lucro. Esses trabalhadores passaram a controlar máquinas que pertenciam aos donos dos meios de produção os quais passaram a receber todos os lucros. O trabalho realizado com as máquinas ficou conhecido por maquinofatura.
Esse momento de passagem marca o ponto culminante de uma evolução tecnológica, econômica e social que vinha se processando na Europa desde a Baixa Idade Média, com ênfase nos países onde a Reforma Protestante tinha conseguido destronar a influência da Igreja Católica: Inglaterra, Escócia, Países Baixos, Suécia. Nos países fiéis ao catolicismo, a Revolução Industrial eclodiu, em geral, mais tarde, e num esforço declarado de copiar aquilo que se fazia nos países mais avançados tecnologicamente: os países protestantes.
De acordo com a teoria de Karl Marx, a Revolução Industrial, iniciada na Grã-Bretanha, integrou o conjunto das chamadas Revoluções Burguesas do século XVIII, responsáveis pela crise do Antigo Regime, na passagem do capitalismo comercial para o industrial. Os outros dois movimentos que a acompanham são a Independência dos Estados Unidos e a Revolução Francesa que, sob influência dos princípios iluministas, assinalam a transição da Idade Moderna para a Idade Contemporânea. Para Marx, o capitalismo seria um produto da Revolução Industrial e não sua causa.
Com a evolução do processo, no plano das Relações Internacionais, o século XIX foi marcado pela hegemonia mundial britânica, um período de acelerado progresso econômico-tecnológico, de expansão colonialista e das primeiras lutas e conquistas dos trabalhadores. Durante a maior parte do período, o trono britânico foi ocupado pela rainha Vitória (1837-1901), razão pela qual é denominado como Era Vitoriana. Ao final do período, a busca por novas áreas para colonizar e descarregar os produtos maciçamente produzidos pela Revolução Industrial produziu uma acirrada disputa entre as potências industrializadas, causando diversos conflitos e um crescente espírito armamentista que culminou, mais tarde, na eclosão, da Primeira Guerra Mundial (1914).
A Revolução Industrial ocorreu primeiramente na Europa devido a três fatores: 1) os comerciantes e os mercadores europeus eram vistos como os principais manufaturadores e comerciantes do mundo, detendo ainda a confiança e reciprocidade dos governantes quanto à manutenção da economia em seus estados; 2) a existência de um mercado em expansão para seus produtos, tendo a Índia, a África, a América do Norte e a América do Sul sido integradas ao esquema da expansão econômica européia; e 3) o contínuo crescimento de sua população, que oferecia um mercado sempre crescente de bens manufaturados, além de uma reserva adequada (e posteriormente excedente) de mão-de-obra.
Durante e após da Revolução, foram criadas inúmeras invenções. Mas só no século XIX, mais precisamente em 1803, Robert Fulton, um engenheiro, desenvolveu uma embarcação a vapor na Grã-Bretanha. Apartir daí, esta e outras formas de se transportar foram criadas e aprimoradas. Em 1844, Samuel Morse inaugurou a primeira linha de telégrafo. Hoje essas invenções movimentam o mundo, “diminuindo” o espaço terrestre. Elas formam uma rede de comunicação e de transportes presentes no mundo globalizado.
Então podemos entender que com a Revolução, houve um enorme progresso tecnológico na comunicação e na área de transportes, nos possibilando de romper a barreira do tempo e da distância.








6 comentários:

  1. Valeu pelo kibe fera , lixos
    http://mundoglobalizad.blogspot.com.br/2009/04/os-avancos-tecnologicos-e-globalizacao.html

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  2. adorei me ajudou muito continuem assim

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  3. não me ajudou então tentem melhorar por favorr

    ass:Amanda Gonçalves de Souza eu sou professora de aportuguese e biologia

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  4. claro sou professora de portugues mas thank you gabi

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